sexta-feira, 9 de setembro de 2016


SAÍDA RUMO AO ENSINO DE QUALIDADE
i.                    Progresso do ser humano
O aparelhamento político das instituições, incluindo as escolares, adicionado aos interesses menores, pessoais ou de grupo, prejudica o desenvolvimento integral do ser humano. A sobrevivência com dignidade na sociedade atual é dependente do saber obtido a partir da qualidade do ensino que capacita para a plena realização. Infelizmente, ao contribuinte de impostos múltiplos e elevados esse auxilio é ineficiente.
ii.         Avaliação para  a solução
A vigilância, deve se apresentar de forma contínua e através das representações organizadas sem  aparelhamento. A situação de ruindade escolar assusta, porque aumenta até os dias de hoje, o número de analfabetos que necessitam da cultura salvadora. Será benéfico o seu banimento da história escolar pública brasileira, terminantemente. Somente assim haverá o crescimento com mais  igualdade.
iii.               Onde está a saída?
Urge, portanto, a criação de uma base popular para avaliação do ensino. Cabe ao governo, oferecer a escola suficiente e de qualidade em seus três níveis. A dificuldade existente no sistema educacional gratuito há que ser trabalhada e extinta.  As metas a serem atingidas devem ser estabelecidas com ambição e trabalhadas arduamente. A economia do país encontra-se entre as maiores do mundo.
iv.               Criar empregos pela força da cultura
Os refugiados, que são a calamidade do mundo atual, se tornam vítimas de problemas dessa ordem. Guerras, revoluções internas, regimes ditatoriais, terrorismo, perseguição entre grupos, etc., são decorrentes também da existência de um sistema educacional fraco que não atende as necessidades do povo. Educação falha produz elevação da violência com diminuição de vagas de trabalho.
v.                    Ensino para crescer
O Brasil apresenta índices de violência enormes. Homens e negros são as vitimas maiores. É verdade que a política pública para a qualidade no ensino apresenta deficiências? As esperanças de acabar com as dificuldades existem? Os interesses pessoais atropelam a labuta real que se faz no magistério?  Obter-se-ia mais sucesso se houvesse menos disputa pelo poder, pelos cargos e pela ideologia partidária.
vi.               Situação do professor  -  01
No Brasil, todos dizem que a educação é importante para o crescimento do país.  Entende-se, portanto, que a má qualidade e a insuficiência de vagas são conseqüências da falta de ações a respeito. Além disso, o procedimento de valorização do professor na sociedade, nos diferentes níveis de ensino, deixa bastante a desejar. Dessa forma, a melhoria de vida da população distancia da felicidade que se anseia.
vii.             Situação do professor -  02
Seria eficiente se o investimento no ensino despertasse a comunidade no sentido de considerar o professor como merece. As licenciaturas não apresentam demanda significante. Muito menos do pessoal melhor, oriundo do ensino fundamental e médio.  Não basta destinar mais verba para a educação em comparação com outras áreas. São importantes  enfim, as medidas transformadas em atos.  
viii.          Planejamento rigoroso
Urge a elaboração de um plano nacional de educação, saúde, moradia, transporte e meio ambiente que possam funcionar. Executar projetos na área social que atendam aos anseios de melhoria da população e que já foram manifestados pelas ruas, redes sociais e PECs junto ao Congresso Nacional. A função dos partidos políticos é sustentar o regime democrático representativo.
ix.                Sindicato - 01
Os sindicatos vinculados ao ensino, de alguma forma, precisam inovar e progredir modificando inclusive a gestão administrativa. Grupos partidários associam-se e adotam decisões que podem interessar muito mais as vontades particulares.  Pior ainda, em alguns casos, divulgam notícias que somente parecem corresponder aos anseios gerais de melhoria para a população.
x.                  Sindicato – 02
O sindicato dirigido politicamente dificulta a obtenção da produção rica em instrução que por sua vez, pode conduzir ao bem estar da sociedade. Portanto, fica evidente a importância da renovação contínua do quadro administrativo dessas instituições. Os grupos que se apegam aos cargos, transformando a participação temporária em contínua, não simplificam a lide para a obtenção de benefícios.



terça-feira, 12 de julho de 2016

ENSINO PARA A QUALIDADE DE VIDA

               

i.  Exigir a qualidade
                A má qualidade do ensino público se estabeleceu na comunidade, também porque, a população não possui o costume de reclamar. A cidadania nesse sentido deixa a desejar. Sabe-se que o direito, em qualquer situação, começa a ser atendido quando existe a manifestação e a cobrança, com o conseqüente acompanhamento dos projetos elaborados pelos políticos.
ii.                  Seguir as ações dos eleitos
         Na democracia não é suficiente votar no candidato durante o pleito e esquecer o resto. O eleito precisa perceber que o cidadão permanece atento, principalmente, quando se considera bens públicos, como na área educacional, por exemplo. Caso contrário, o agente político comumente muda de representante para patrão e alguns defendem os interesses menores.
iii.                Criação de meios para obtenção da qualidade 
         Portanto, a modificação da qualidade do ensino, para elevá-lo ao patamar mínimo aceitável, exige o investimento adequado e também o estabelecimento de diretrizes que possam conduzir um plano nacional de educação a atingir seus objetivos. A grande questão  reside na oferta da qualidade. Encarado, esse assunto pode ser solucionado visando promover mais igualdade.
iv.                O ensino público é suprapartidário        
Além disso, os privilégios criados pelo espírito de corpo de muitos políticos dificultaram, até o momento, a alocação de recursos para fins de fortalecimento do ensino. Seria útil estabelecer mecanismos de ação suprapartidários, que possam situar a rede de ensino acima das  flutuações políticas. O projeto teria que ser do povo. É ainda de importância indubitável o estabelecimento  dos instrumentos de controle.
v.                   Proporção entre estudo e renda familiar
A iniciativa para a mobilização  popular, almejando vigiar também os assuntos da educação pública, pode partir das associações de classe, sindicatos, federações e enfim da sociedade organizada. Essa cultura, quanto mais desenvolvida mais auxilia a comunidade carente nessa área. Não há outro caminho! Lembre-se que há relação direta entre pouca ou nenhuma escolaridade com a renda baixa.
vi.               Mobilização
Bem verdade, que a manifestação se faz nas ruas, mas é também dentro do parlamento que se pode labutar contra a situação ruim do ensino. Porque não organizar um grupo de parlamentares (GP), escrever uma petição, colher assinaturas dos políticos, da população e então apresentar uma moção de censura aos responsáveis pela má qualidade? Porque não auxiliar também a restaurar o movimento estudantil?
vii.              Cidadania para construir a sociedade
Nunca houve uma mobilização constante visando agir para auxiliar na qualidade da educação pública. Esse tema é relevante para o crescimento da sociedade e, portanto não pode ser relegado. Pode-se ainda criar equipes de cidadãos  (EMC) com esse objetivo. Prepara-se a rede de participantes pela internet. A falta comum de interesse pela área, acionaria a rede objetivando atentar os parlamentares para as  ações devidas.
Viii. Constância na guarda do bem público
Se a Lei mantém a  vinculação do orçamento, para os três níveis do ensino, porque a qualidade falha tanto? Se continuar a ruindade, é melhor desvincular. Porque o docente, pilar da comunidade, recebe salários não condizentes com a sua importância? E as questões básicas da infra-estrutura escolar? Há necessidade premente de se criar os grupos (GP e EMC),  com as funções específicas citadas.
ix.                 Importância do magistério
Uma auditoria geral do sistema pode mostrar que é possível reverter à situação. A diretriz política que indica firmemente, o caminho a ser percorrido para o crescimento através da qualidade na educação, não é  assunto a ser adiado. Urge a tomada de rédeas para promoção de maior igualdade, pelo ensino, escola, professor, estudos, livros, cultura (artes), educação física, cadernos, caneta, lápis, borracha......
x.                   “Feedback”
A gestão na administração deve exigir competência em desenvolver as diversas atividades do magistério. Para auxiliar o nível superior e médio, é necessário renovar o ensino básico. Para isso, as entidades de classe podem contribuir se envolvendo  com o tema. Ao celebrar convênios, afirma-se que há na realidade, uma retroalimentação positiva, estimulando a melhoria significativa de todo o sistema. 

sexta-feira, 24 de junho de 2016

GESTÃO ESCOLAR




i.                   O Desinteresse
         É de conhecimento geral a existência da má qualidade do ensino público que não desperta o interesse dos alunos e produz elevados índices de evasão.  O desperdício de potencial humano influi no crescimento da comunidade e estimula a formação de aglomerados de pessoas nas periferias das grandes cidades. A construção de favelas enormes é chamada de “comunidades”. É um local onde mais cresce a exclusão e o despreparo.
ii.                Independência
         As dificuldades que conduzem ao estado ruim das coisas escolares são muitas. Uma força tarefa seria necessária para identificá-las e tratá-las a fim de que as soluções possam  emergir e alterar a situação precária. Um dos problemas antigo diz respeito ao esquema burocrático estatal onde há dependência das escolas. Nesse sistema, a diretoria não possui autonomia administrativa o que inibe as iniciativas de melhoria.
iii.              Valorização
         Outra questão a ser solucionada é a valorização docente na sociedade. O preparo dos professores, que se obtém através dos conteúdos específicos e pedagógicos, também é importante para atrair o interesse estudantil e de seus familiares. Nota-se, portanto, que a qualidade que promove o desenvolvimento do país é uma questão de diretriz política e social, que transforma a realidade, visando extinguir os bolsões de carência.
iv.              Avaliação da administração
         A complexidade de participação da sociedade no âmbito interno do magistério se torna elevada, uma vez que não existem os usos e costumes de influenciar e acompanhar a gestão escolar. Seria de bom alvitre delinear uma política de estímulos para essa questão. Via de regra, deixam ainda a desejar, a elaboração e o cumprimento das estratégias de ação, como os conselhos de classe, o conselho diretor e as reuniões de pais.
v.                Táticas de ação
         Outra realidade que se constata no sistema educacional é a indisciplina do corpo discente que pode estar associada à violência.      Nesse caso, as medidas oriundas do sistema são poucas. Esse tema relaciona-se também com as condições sociais da população cuja responsabilidade, geralmente, é transferida para o âmbito escolar. Ações concretas seriam úteis se fossem  preparadas e usadas quando ocorrer esse  cenário.
vi.              Educação versus emprego
         A educação é entendida por muitos governantes como a área que cria as melhores oportunidades de trabalho.  Portanto, seria importante estabelecer normas que estimulem o docente a buscar a qualificação adequada. Esse procedimento beneficia a todos na comunidade uma vez que a aprendizagem eleva a agregação de valores. Ela transforma, preparando o indivíduo para assumir os melhores empregos.
vii. Gestão qualificada
         O docente interessado em participar da administração, teria no projeto escolar explicitado, possibilidades para estudar os conteúdos dessa área, a fim de se atenuar o amadorismo. Além disso, a escolha de diretores obedeceria alguns critérios, dentre os quais, a competência de uma gestão apartidária. Evitar-se-ia assim, o prejuízo comum do “aparelhamento”. O ensino funciona melhor com a participação de todos.
viii. Avaliação permanente das estratégias de ação
         As atividades do ano letivo como segunda época, prova de segunda chamada, aulas de reforço e tarefas de casa, não apresentando resultados satisfatórios, devem ser modificadas a fim de aperfeiçoar o ensino. A educação não é um projeto pronto e acabado. Está em construção! Portanto, o plano de metas aperfeiçoado, revela experiência, quando consegue elevar a qualidade que é muito ansiada pela sociedade.
ix. Cuidados especiais
         O patrimônio da escola deve ser vigiado especificamente porque se trata de um bem público. Pode-se compará-lo como uma casa particular, por exemplo. Ela apresenta alguns mecanismos de proteção como grades, portões, câmaras, etc., uma vez que, constitui-se em valores passíveis de roubos e/ou destruição. A vigilância contínua se faz necessária para não haver dilapidação dessa obra construída sob duras penas. 
x. Admissão  de servidores
         A falta crônica que se observa a respeito de funcionários, precisa ser trabalhada para amenizar, pelo menos, mais essa situação ruim. Além da publicação dos editais de concursos com a abertura de vagas e o conseqüente aumento do quadro de pessoal, torna-se muito útil não alocar o empregado em somente uma seção específica. Ele estará a serviço da escola e prestará sua contribuição onde e quando for convocado.


quarta-feira, 15 de junho de 2016

ENSINO, POLÍTICA E ADMINISTRAÇÃO



i.                   Ensino deficiente
São tantas as dificuldades relativas ao desenvolvimento da área pública educacional no país, que se torna necessária usar a criatividade no sentido de auxiliar a melhoria da qualidade no trabalho. A triste realidade desse ensino nanico que se prolonga até os dias de hoje, terá que ser transformada, caso se pretenda fortalecer a nação e não será com os projetos comuns e que visam muito mais a exploração política da situação.
ii.                Função do político
Aqueles que assumem cargos eletivos no poder legislativo são representantes do povo. Uma de suas funções é a fiscalização dos atos do poder executivo. Portanto cabe a eles também, prestar contas ao cidadão cobrando pela qualidade e a quantidade de oferta do ensino gratuito que é exigida por lei. Acredita-se que as metas a serem atingidas, constantes do plano de trabalho desse pessoal devem incluir esses objetivos.
iii.             Responsabilidade do  legislador
O acompanhamento das ações do poder executivo, pelo cidadão comum, torna-se dificultado devido a questões como a mobilidade, recursos econômicos, falta de tempo, etc. Os eleitos podem perseguir o objetivo desse labor com sucesso. Eles contam inclusive, com pessoal de apoio competente, para abordar o problema da ruindade na educação, que por sua vez, contribui sobremaneira  para a favelização da população.
iv.               Melhoria de qualidade
A atenção voltada para o atendimento dos interesses da população, certamente ocupará o tempo útil de trabalho do pessoal, se houver a elaboração de projetos que destacarão a nobreza dos envolvidos. Os deputados, senadores e vereadores agindo como autoridades constituídas e verificando amiúde, todo o sistema do magistério local e nacional, certamente, podem propor e aprovar os atos de aperfeiçoamento da escola.
v.                  Reforma em direção a qualidade
Os Congressistas podem iniciar um movimento importante de condução da reforma no ensino. Torna-se relevante ainda obter o auxilio de políticos locais e estaduais em todo o território nacional. Eles situam-se em um patamar de remuneração salarial, superior a maioria dos assalariados da comunidade. Apresentam assim, força de voz e mostram grandes chances de inibir tentativas corporativas ou ideológicas.
vi.               Aumento do número de sinapses
O ensino é fundamental para o enriquecimento significativo de uma comunidade. A leitura e a aprendizagem promovem ligações entre os neurônios cerebrais que até então não existiam e expandem a compreensão. O indivíduo amadurece ao realizar esse exercício. Consegue realizar as tarefas muito mais e melhor. Há dessa forma, geração de crescimento que beneficia a todos. A inteligência é influenciada pelo fator ambiental.
Vii, Fortalecer o político e o ensino
As associações de classes, ao contatar o político, podem solicitar mais freqüentemente a sua participação no ensino a fim de zelar pela qualidade. Tornar a oferta de educação de qualidade suficiente, demonstrando todos os cuidados com essa área social, consiste na demonstração de interesse pela sociedade, uma vez que, dessa forma, cumprindo sua missão, conseguem beneficiar  a todos.
viii.         Não há acompanhamento da oferta
As greves contínuas da categoria docente, discente e de funcionários, que ocorrem por todo o país, reivindicando  melhorias, revelam um sistema   desvalorizado por décadas. Cabe também aos políticos modificar a precariedade existente, cobrando diariamente da autoridade constituída no poder executivo, a correção de rumos. Sem o ensino adequado, sofre a comunidade como um todo.
ix.               A mudança na votação é salutar
A alternância no poder é um das mais importantes regras da democracia. Portanto, a renovação que se procura encontrar em cada votação, possui o objetivo de atender aos anseios de melhoria da sociedade usando a representação dos eleitos. É óbvio que não cabe adotar interesses pessoais ou de grupos em detrimento do cidadão porque toda a população será prejudicada, incluindo o político.
x.                  Administração para melhorar
É indubitável a existência de dificuldades de toda ordem, relacionadas a questões de gestão administrativa quando se considera o ensino público. Problemas técnicos, políticos e econômicos, geram ineficiência que contribuem para a má qualidade. Os políticos uma vez solicitados pela comunidade podem apresentar vigilância constante, de forma organizada, revelando a cidadania tão necessária ao crescimento.


sexta-feira, 27 de maio de 2016

O ENSINO DEFICIENTE TRAVA O CRESCIMENTO



i.                                        Ocupação de prédios públicos
Tornou-se comum no Brasil, nos últimos tempos, a ocupação de escolas por estudantes. Protestando sobre as mais diversas deficiências na qualidade da educação, invadem o recinto público e ali permanecem interrompendo a oferta da ruindade no ensino. É frequente a presença de alunos nas delegacias de polícia, para se tentar responsabilizá-los pela apropriação.
ii. Piora no  ensino
  Os alunos são retirados, muitas vezes, sem o atendimento das suas reivindicações e o cumprimento das normas legais para a remoção. São enormes os prejuízos produzidos na aprendizagem, pois suspendem o calendário de aulas  diminuindo ainda mais a qualidade da formação. Infelizmente, não encontram outra forma de atendimento da melhoria nos estudos.
iii.  Exemplos de falta de qualidade
As ocupações realizadas pelos manifestantes ocorrem também nas universidades públicas.  É situação corriqueira protestar, passando o dia na escola e dormindo em colchonetes. Apoiam greve de docentes e fazem greve da própria categoria. Solicitam, dentre outros, eleições diretas para diretores, melhorias na estrutura, merendas e professores de várias disciplinas.

iv. O PIB diminuiu
O cenário triste que os alunos revelam dessa realidade precária, mostra para a insatisfação da comunidade, que o desdobramento final do protesto não modifica o estado ruim das coisas. Permanece quase sempre, o mais do mesmo. Programas como o Pronatec, Fies, etc., não impediram a obtenção recente do PIB negativo e não apresentaram as soluções definitivas.
v. Valorização  reformando o sistema educacional
Dessa forma, urge considerar essa área social como  merece. Não é possível promover crescimento do país com empregos para a população, sem um sistema educacional forte, de qualidade e que ofereça vagas suficientes para o atendimento da demanda. Assim, a distribuição de riquezas, modificará a indesejável situação, de país pobre que perdura por décadas.
vi. Negociação para o ensino ótimo
A pouca qualidade já conhecida nas aulas, mostra a importância de haver maior interação entre os governos federal, estadual e municipal, a fim de promoverem alterações no sistema que possam atender o cidadão a contento. As articulações, visando à população, podem resolver a questão básica de estrutura e da consolidação do país, na geração e distribuição de rendas.
vii. Facilitar a obtenção de investimento
A língua portuguesa é atualmente, a terceira mais falada no mundo. Vários países adotam esse idioma. No entanto, é no Brasil que ela encontra o maior número de adeptos. Infelizmente, a qualidade do ensino público, não incentiva o seu estudo e desenvolvimento, a fim de torná-la preponderante, em outras regiões da terra. Divulgar a cultura é uma das formas de angariar divisas.
viii. Exportação dificultada
Observando a lista dos produtos mais exportados pelo país, visando ponderar sobre o crescimento que origina empregos, pode-se observar facilmente, que se trata de materiais do setor primário. Quase não há indústrias que manufatura, produzindo agregação de valores. A tecnologia exige a qualidade nos estudos que não existe a disposição dos interessados.
ix. Política de pouco investimento
A escassez de recursos para a educação continua até os dias de hoje. É de se admirar que as autoridades mantenham ruim, principalmente,  o salário do professor que não atrai  pessoal para essa profissão nobre. Em consequência, o país trava a melhoria da qualidade de vida com diminuição de empregos e, portanto, com a produção geral que se torna insuficiente.
x. Extinguir a penúria
Para construir a cidadania tão necessária a transformação da sociedade, é importante sair da crise educacional em que o país se encontra. O ensino gratuito tratado devidamente, a fim de resolver essa questão, trará os enormes benefícios que já deviam ter sido construídos há muito tempo atrás. É completamente lucrativo, agir pensando mais na população.


sexta-feira, 6 de maio de 2016

O ENSINO PÚBLICO É RUIM




i.                                        Benefícios produzidos são insuficientes
       O regime ditatorial iniciado nos meados de 1964 e a democracia implantada tempo após, mantiveram o ensino ofertado ao povo, por força de Lei, muito ruim. Serviram-se, dessa área crucial para distribuir renda e promover a igualdade, criando projetos educacionais que não solucionaram as dificuldades relativas às vagas e à qualidade.
ii.                                    Rotina explorada
       Se houver mudança de governo, chega a ser uma tradição que o próximo gestor repete os atos anteriores. Continua a história dos projetos menores e o ensino permanece ruim. Sai ministro e entra ministro, por longas datas e a solução não aparece. Assim, a escassez de oportunidades que gera o desemprego, dificulta o crescimento do PIB.
iii.                                Projetos políticos parciais sobre a educação
       Em esquemas como as cotas, o ensino se mantém ruim. Com as bolsas de estudos, em faculdades particulares, há continuação da coisa ruim! Na criação de vagas para licenciaturas, o ensino permanece ruim! Dessa forma explica-se a favelização em morros da periferia. Enfim, o ensino ruim é carente de solução urgente.
iv.                                Orçamento permanente
Apesar de se passar muito e muito tempo, após todos os projetos implantados por diversos governos, a educação é mesmo assim, ainda, ruim. Não atende a necessidade do cidadão. Infelizmente, não houve apresentação de competência e ou possibilidades para orientar o caminho da escola com orçamento regular e bastante.
v.                                    Do salário depende todo o resto
       Os políticos que ocupam os cargos de alguma relevância nesse ministério, não promovem as mudanças precisas que possa dispor ao pessoal do magistério, um salário satisfatório. Principalmente, quando se menciona o docente, cuja profissão encontra-se desamparada. A alternância no poder, não melhorou o ensino ruim por décadas.
vi.                                Urge o projeto que abranja toda a educação
       A influência duradoura de ideologias políticas na manutenção do estado ruim das coisas escolares, afeta o desenvolvimento do país considerado como um todo. Não há desde muito, uma ideia inovadora que retire da sociedade, o ensino ruim que ministra. Porque essa situação consegue sucesso e permanece viva por tanto tempo?
vii.                            A inépcia compensa?
       As deficiências desse sistema contribuem de algum modo para a manutenção em cargos comissionados? Os empossados não apresentando projetos, bem elaborados com objetivos específicos, elogiáveis pela sociedade, despertam a rivalidade de concorrentes? É constrangedor a posição de passividade? Seria isso?
viii.                        Docentes preparados e satisfeitos
       Os 10% do PIB aprovados pelo Congresso Nacional e destinados à educação, sem solucionar as dificuldades salariais do pessoal, será decisivo? Indica o norte que conduzirá dessa vez, finalmente, ao aperfeiçoamento das habilidades do corpo discente relativas à instrução popular? Esse tema precede a qualquer outro?
ix.                                Sem ensino bom a doença aparece
       A incidência de uma epidemia tríplice das doenças associadas ao mosquito transmissor Aedes (dengue, Zika e chicungunya), mostra um sistema educacional cujo projeto deixa a desejar. Sem educação, o saneamento básico se torna deficiente, sendo, portanto, na maioria dos estados, relegado a uma situação de penúria preocupante.
x.                                    Benefícios ao povo
       É vantajoso adotar o procedimento de tolerância zero sobre a escola sem ensino de qualidade. Ainda, reforçar a fiscalização em todo o sistema, auxilia o povo necessitado do auxílio relativo ao retorno  que se obtém a partir da contribuição de impostos. Falta acordar e despojar-se dos interesses menores que são também causas do ensino ruim.