sábado, 20 de outubro de 2018

O PROFESSOR




1.    Professor x trabalho
O país desenvolvido no mundo é aquele cuja população foi esclarecida. Nesse caso, o professor consiste na figura central. É o personagem responsável pelo ensino objetivando  atender também o mercado.
2.    Professor x profissões
O professor forma a população para exercer as demais profissões. Sua missão, portanto, atinge a maior importância na sociedade, pois agregar valores ao produto beneficiado exige ensinamento que pode não se obter em curto prazo.
3.     Mote de campanha x qualidade no ensino
         No Brasil, é tradicional alguns candidatos bradarem em campanhas eleitorais, de forma recorrente: “vamos priorizar o ensino”. Mas até hoje, é fácil notar escolas com dificuldades de pessoal, estrutura e laboratórios. Dizem que “o diabo é sabido por que já é velho”.
4. Professor  x crescimento
         Nesse lado do mundo, o professor é obrigado a fazer greve para ter pequenos benefícios como aumentos salariais. A valorização real  desse profissional, dentre outros, promoverá o surgimento de lideranças políticas de peso que refletirá na economia da região.
5. Professor x geração de renda
         Observe que influenciar e contribuir com as demais regiões do Continente urge em última análise, a melhoria advinda da dedicação diária do mestre que por sua vez, requer as condições mínimas e adequadas de trabalho.
6. Gratuidade x níveis de ensino
 Oferecer o ensino gratuito e de qualidade nos seus três níveis torna-se vantajoso para todos. No entanto há de se convir o papel fundamental do professor. Somente valorizado, esse missionário do saber, poderá agir almejando à transformação da realidade ruim.
7. Privatização x  empregos
         A IFES recebe criticas freqüentes sobre essa questão. Alguns políticos e empresários pretendem diminuir seu orçamento, visando beneficiar os níveis básicos. Essa privatização arrecadará verba insuficiente dificultando ainda o emprego para a devida ascensão na sociedade.
8. Projeto de país x ensino
         O ensino, ao longo de décadas, serve aos interesses de gestores que formulam políticas públicas visando à exploração do sistema. Não há iniciativa para uma abordagem geral do projeto de ensino, considerando a rede nacional.
9. Dificuldades de funcionamento
Pior ainda, não há continuidade de planos e ações. É patente a flutuação de medidas implantadas conforme cada gestão empossada. Não há investimento na área que solucione esse assunto. Além de tudo, ou faltam professores ou a precariedade desmotiva.
10. Professor x salário
         O quadro docente é decisivo para o desenvolvimento de um país. Ele serve ao interesse coletivo. Não se organiza um país demonizando o mestre com baixos salários. Ele, mais que todos, há que revelar competência, ética, dignidade e compromisso.
          
        



sexta-feira, 16 de março de 2018

PORQUE SER CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA/2018

i.                  Aposentadoria
         Atualmente, o contribuinte da previdência, desconta 11% do salário. Em retorno, o Estado  garante um auxílio mínimo na velhice. As alterações na PEC 287  adiada para novembro, termina com essa garantia.
         ii. Mudança completa
         Os critérios estabelecidos nas modificações da reforma dificultam a aquisição desse auxílio mínimo pela população. Dessa forma, será grande o número de trabalhadores que não irão aposentar.
iii. Incentivo ao empresariado
          Somente a notícia desse assunto divulgada na mídia escrita e falada foi suficiente para os bancos elevar a venda de pacotes de aposentadorias. É clara a intenção embutida de estimular o investimento privado.
         iv. Será mais difícil aposentar
         Com 65 anos de idade e 25 anos de contribuição o trabalhador receberá 76% do salário. Em decorrência da grande informalidade do mercado de trabalho haverá uma minoria que irá atingir as condições obrigatórias.
         v.  Prejuízo para a mulher
         A reforma da previdência contém o término da diferença de idade atual, entre homens e mulheres. Penaliza o sexo feminino, aumenta a sua dependência em geral, facilita o assédio moral, sexual e a violência.
vi. Prejuízo ao viúvo
No sistema do RGPS, 55% das pensões existentes, são iguais ao salário mínimo. A reforma modifica isso diminuindo o montante.  Poderá atingir somente 60% do valor do salário mínimo.
vii.  Funcionários x reforma
O servidor público federal adotou uma posição contrária ao desmonte da seguridade. Percebeu que a PEC 287 promoverá um ciclo vicioso que diminuirá a renda, o comércio e o emprego (1).
i.                  Dispêndios x desconfiança
Para a aprovação no Congresso, houve gastos perdulários de milhões de reais com propagandas e parlamentares. O servidor é/era o satã responsável. Mesmo assim não conseguiram, temporariamente,  extinguir a previdência.

1 Referencias: Referencias Home » Artigos » Reforma da Previdência prejudica mais as mulheres e beneficia os bancos

sábado, 10 de março de 2018

O SERVIDOR PÚBLICO

          O servidor apresenta um papel decisivo no trabalho da gestão pública. Como não é funcionário do governo, não sofre as influências do período eleitoral. Ele  pertence a carreira do Estado e serve  ao interesse coletivo.
i.                  Importância do cargo permanente
         Dessa forma a estabilidade no emprego se justifica.  O “aparelhamento” de cargos é dificultado porque esse trabalhador diferenciado, aprovado em concurso, não depende da indicação de governantes.
ii.              Prejuízos de indicações
         Os gestores eleitos, necessitados de apoio, pode submeter a gestão aos interesses menores políticos ideológicos, pessoais ou de grupos. Trata-se comumente de pessoal que se encastela nos cargos.
iii.           Vantagens do tempo de serviço
         Utilizando a indicação de pessoas, sem os critérios de preparação e experiência, o crescimento é dificultado e afeta a todos. O funcionário público trabalha em prol do cidadão zelando pelo patrimônio  de todos.
iv.              A  reforma previdenciária
         Diferente do que ocorreu recentemente,  o governo transitório de 1917/1918, demonizou o servidor na mídia  visando aprovação da reforma da previdência. Objetivou também com isso, estimular o trabalho empresarial.
v.                 Deficiência orçamentária
         Como se o funcionário fosse o grande vilão de uma falta de recursos na previdência social, o governo central foi contestado e instado a explicitar as razões da deficiência nesse sistema superavitário.
vi.              Servidor versus condições no trabalho
         Não se consegue a democracia e a organização em um país, sem o servidor satisfeito com o salário, competente, ético, digno, respeitado e compromissado em suas funções de servir a população (1).
vii.          A construção da sociedade
O servidor é o agente dos serviços  nas áreas básicas: Na educação, ministram o ensino. Na saúde, promovem a cura. Na segurança, garantem a honradez. Na justiça, asseguram o direito e promovem a paz social.
        
Referência

1 – Servidor público: A sua importância para a sociedade. Semad..piracicaba.sp.gov.br

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A REFORMA DA PREVIDÊNCIA



O governo federal provisório que se instalou em Brasília, dessa vez, não logrou êxito em suas investidas no Congresso Nacional, para retirar direitos básicos do trabalhador.
Apesar dos enormes gastos de recursos realizados visando convencer parlamentares, governadores, artistas, etc., e promovendo ainda propagandas na mídia escrita e falada, por vezes, impedidas na justiça, não tiveram os votos suficientes para aprovação das manobras contidas na reforma.
O ADUFG procurou mobilizar os docentes através de suas reuniões e assembléias. Além disso, se envolveu com as audiências públicas e contribuiu na organização de café da manhã com deputados federais.
Visitou por algumas vezes, os 512 gabinetes dos deputados situados no anexo IV do Congresso, distribuindo cartas, folders, cartazes e faixas procurando convencer os políticos a votar contra o desatino. Esse trabalho foi realizado em conjunto com frentes de servidores federais locais e nacionais de diversas categorias de funcionários.
Ademais, instalou “outdoors”, cartazes e faixas em locais estratégicos nas ruas e estradas de grande movimentação. Expuseram fotos daqueles deputados que iriam votar a favor da reforma.  As mudanças que beneficiam os empresários e o capital foram elaboradas  pela elite que não convive com a dura realidade estabelecida no país.
O ADUFG não abriu mão de se envolver com a instalação de carros de som nas cidades aonde o deputado federal obteve um  número maior de votos. Certamente, participou ainda da abordagem de políticos nos aeroportos e da organização de frentes nacionais de servidores públicos. Das redes sociais, da elaboração de vídeos curtos, de entrevistas diversas, palestras, etc.
Faltaram cerca de 50 votos para atingir os 308 necessários a aprovação do fim da aposentadoria. Essa a razão por não terem pautado o assunto. Não lograram êxito também, devido às condições contrárias reinantes. Haverá votação no corrente ano para o poder legislativo. Essa não foi uma situação propícia para negociar com um governo interino, que além do mais, apresenta baixa popularidade.
O ADUFG possui o firme propósito de continuar nessa luta.  Esclarecer os docentes  e informar aqui e alhures  fazem parte do seu conjunto de atividades cotidianas.
A soma de forças explicitada acima, contribuiu sobremaneira  para  resistir às investidas de grupos instalados na administração central do planalto. Houve sim, apresentação de interesses menores, bem diferentes daqueles necessitados pela população já combalida.


domingo, 26 de março de 2017

A REFORMA DO ESTATUTO




i.       Início da ADUFG

  Nos primórdios de seu funcionamento, a ADUFG    (Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás) foi instalada abaixo de uma escada na Faculdade de Educação. Por lá funcionou provisoriamente. Desde então, os filiados, em maioria, não apresentavam muito interesse no comparecimento às Assembleias.

ii. Funcionamento
Entretanto, um número mais elevado de docentes participava dessas reuniões quando havia deflagração de greve. Naquela época, alguns docentes promoviam analises políticas da situação. Esperava-se que as discussões por vezes polêmicas, influenciassem a formação de opinião dos colegas, alunos e funcionários.
iii.  Conselho
Havia também um Conselho de Representantes das Unidades. Entretanto, algumas faculdades revelavam dificuldades na indicação de docentes para participação nas discussões realizadas pela Associação. Os membros da ADUFG atual devem, portanto, desenvolver ações que estimulem essa contribuição.
iv. Trabalho em equipe
Está de parabéns a Comissão de Diretores da ADUFG que elaborou a reforma do estatuto, assim como, a Assembleia que aprovou as modificações sugeridas. Haja vista que a tarefa árdua, desprendida e profícua do grupo de trabalho obteve várias melhorias objetivando beneficiar os sindicalizados.
v. Novos encargos
Somente para citar algumas vantagens, lembramos a inovação relativa às funções dos diretores.  Cada um dos dez dirigentes adjuntos terá uma nova função, a partir da data de aprovação do Estatuto reformulado. Além de substituir o titular do cargo, em caso de necessidade, foi atribuído outro encargo  explicitado nas normas legais.
vi. Rendimento da gestão
Por exemplo: o Vice-Presidente substitui o Presidente e ainda é responsável por coordenar o bom sistema de comunicação já desenvolvido pelo sindicato. Ao Secretário Adjunto cabe substituir o Secretário em suas faltas e elaborar as atividades de comunicação conjuntamente com o Vice-Presidente.
vii. Ausência do filiado
Entende-se que os motivos que conduzem o sindicalizado a não participar, em maioria, nas assembleias da categoria são vários: manobras evasivas da mesa, discursos longos, tentativas de inibição usando vaias ou palmas, montagem de palco para exploração  política partidária, opinião formada,  etc.
viii. Uso da internet
O novo estatuto criou também um avanço nas relações do sindicato com sede em Goiânia e com os seus Campi e as universidades federais situadas em municípios diferentes do Estado. Naqueles locais, haverá uma Comissão Sindical que poderá auxiliar também a transmissão da assembléia ao vivo.
ix. Participação docente
Outra mudança visando à participação maior do sindicalizado, será a votação eletrônica promovida pela legislação recentemente aprovada. A contribuição proveniente de um número mais elevado de filiados dificulta a influencia de grupos minoritários relativo aos proveitos  menores, pessoais, de alas, etc.
x.  Conquistas
        Finalmente, destaca-se que a reforma estatutária da ADUFG representou a evolução e a adequação às realidades e necessidades existentes no desafio da condução sindical Produziu vantagens, fortaleceu a entidade e logrou êxito quando se evitou  partidarismo e interesses avessos a maioria.