sábado, 26 de janeiro de 2013

A EDUCAÇÃO NÃO ADMITE TRUQUES

i.       O Brasil está entre os países que mais arrecadam impostos no mundo.  Em 2012, coletou-se mais de um trilhão de reais. E a educação pública continua ruim?
   
ii.      Um trilhão de reais de impostos anuais. Não é suficiente para aumentar o salário dos professores? No país a educação pública é desvalorizada?
   
iii.     Abordar o ensino, investindo somente em um aspecto ou outro é desrespeitar e não querer propositalmente resolver a questão da educação.
   
iv.     Setenta e nove por cento da categoria dos professores, principais responsáveis pela educação, alega que estão insatisfeitos com o seu trabalho1.
   
v.      Quando se considera  a escolaridade da população de 7 anos,  a situação brasileira é semelhante a de países africanos bem mais pobres2.
   
vi.     A alfabetização de adultos no Brasil é inferior a da Bolívia, Chile, Argentina e Uruguai. A escolarização de nível superior é de 34,4% e na Venezuela é de 78,2%2.
   
vii.    A situação precária da educação no Brasil, constitui em um dos mais importantes fatores quando se considera a desigualdade social2.
   
viii.   O desenvolvimento baixo que se observa no Brasil, em relação ao crescimento de outros países, aponta como causa principal a educação ruim2.
   
ix.      Como a representação do povo, é praticamente muda a respeito de educação, infere-se que o país não se preocupa em ter um dos piores  ensino do mundo.        
   
x.       O truque a ser usado no ensino, seria exigir excelência de docentes nos três níveis e investir, sem truques, acabando com as promessas intermináveis de palanques.

Referências:
1-http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-inicial/educacao-vista-pelos-olhos-professor-
2 -http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/educacao-ruim-trava-desenvolvimento/

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

PORQUE NÃO HÁ EDUCAÇÃO DE QUALIDADE

         A educação no Brasil apresenta dificuldade enorme em elevar a qualidade por várias razões. Uma delas diz respeito aos políticos que assumem os diferentes cargos na administração geral. Não possuem preparo adequado para a função.  Não apresentam competência para assumir os cargos que pretendem. Daí observa-se no dia a dia, os problemas gerados pela falta de sensibilidade para com o povo. Porque não exigir dos candidatos a preparação de nível superior para isso? Não existe as Ciências Políticas?
         Todos sabem que é preciso um plano de carreira que valorize o professor nos três níveis de ensino, com salário suficiente para que possa sobreviver dignamente. Além disso, a carreira deve incluir melhorias de remuneração pelo rendimento do trabalho em sala de aula. Esse conhecimento foi advindo de estudos e pesquisas realizados diretamente na escola. Portanto, se a experiência adquirida não é praticada, torna-se grande o risco de se perder ou subaproveitar o investimento realizado na educação.
         Sem educação de qualidade não há desenvolvimento com responsabilidade. A retórica deve ser unida ao serviço que possa ser demonstrado, sob pena de tornar-se discurso vazio. Viagens ao exterior com dinheiro público de presidentes, governadores e demais políticos, resolvem as questões da qualidade na educação? Ao invés de adquirir passagens aéreas para o exterior, porque não visitam as escolas na periferia para arrumar a educação? Porque não participam das reuniões diárias com professores nas salas das escolas públicas?
         É incrível a falta de cuidados com a educação. O desleixo é promovido sem a menor cerimônia e ninguém se espanta mais. A notícia sobre a corrupção é uma rotina. O emprego diverso que o professor é obrigado a procurar para sobrevivência, dificulta a qualidade de seu trabalho. Há deficiência de vagas para a oferta de educação, sem qualidade, nos três níveis de ensino. Como existe a opressão, o povo fica contente até mesmo quando consegue matricular nessas condições de má qualidade. Em 2012, houve milhares de candidatos que não conseguiram vaga para estudar. É importante lembrar, no entanto, que a democracia, é um regime político que não abriga a felicidade somente para as minorias!

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

NINGUEM É BENEFICIADO COM A EDUCAÇÃO RUIM

            Nas últimas décadas, foram adotadas políticas públicas, no Brasil, equivocadas e insuficientes na área da educação. Os governos iniciaram a gestão, herdando uma educação em estado ruim e concluíram o mandato deixando-a também ruim.  Contribuíram para esse ou aquele aspecto isolado de todo o processo e usaram desse, bem necessário, sem atingir a qualidade que se espera no serviço público prestado.
         Apesar disso, é preciso acreditar. A dificuldade em percorrer esse caminho político espinhoso, para a melhoria da qualidade na educação, haverá de diminuir. Todos sabem que a semente dura algum tempo antes de germinar. O povo segue mudo sobre o assunto. É preciso conscientização! A qualidade e a suficiência da educação são patrimônios públicos que foram prejudicados, dos quais não se pode desistir ou abandonar.
         A política de desobrigar-se do ensino para adoção de medidas diversas esvaziou a área de educação de seus recursos  humanos preparados. Houve desestímulos, desinteresses evasão, etc. O ensino superior, sob a responsabilidade federal encontra-se, hoje em dia, principalmente nas instituições particulares. E o ensino médio estatal, foi resolvido? E as prefeituras municipais, como organizam o ensino fundamental?
         A educação não é destacada como prioritária com aplicação e uso de medidas de fato. Estagnou-se há muito tempo atrás e o ensino médio público, nem sequer evoluiu quando se considera qualquer índice de qualidade. Segundo o IBGE, cerca de quatro milhões de crianças e adolescentes estavam fora da escola em 2011. O País não aproveita adequadamente seus valores, talentos, riqueza e competitividade.
         É preciso modificar quando o trabalho não produz o resultado esperado. Dessa forma, evitam-se gastos desnecessários que não contribuem para a melhoria. No endereço: http://walmirton.blogspot.com.br/,, apresenta-se proposta de reforma do ensino visando atender a necessidade de crescimento do país.  Será que a educação é colocada como assunto secundário, em conseqüência da disputa política?  
         Se os atores federal, estadual e municipal atuarem com o Congresso Nacional,  resolvem a dificuldade que perdura. O povo não tem tempo de correr atrás do prejuízo. O projeto de manutenção da educação de qualidade deveria ser suprapartidário e fiscalizado rigorosamente nesse sentido. Portanto, quem é mesmo beneficiado com a falta  investimento e educação ruim?
                

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

AÇÕES PARA A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO


i.              aposentadoria integral

                 Esse benefício era um dos poucos, concedidos ao professor com justiça, após longos anos de trabalho árduo. O que aconteceu? Modificaram o processo? Como esse assunto se organiza hoje em dia?  Desvalorizaram ainda mais a profissão?

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ii.            substituição do licenciado pelo bacharel 

                 O bacharel pode substituir o professor licenciado em suas atividades de ensino?  O bacharel pode exercer  outras atividades técnicas! Essa discussão não deveria ser mantida? O professor é preparado para ensinar e o bacharel  para cuidar de “coisas”, materiais, etc.

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iii.             qualificação de pessoal
                  Faltam recursos humanos qualificados nas escolas. São instituições  com professores leigos e funcionários improvisados. Inclui-se o ensino superior público e privado. Nesse caso, algumas faculdades apresentam forte tendência empresarial?

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 iv.             infra – estrutura
                       A deficiência nesse assunto é grave. A estrutura para o trabalho pedagógico é admiravelmente falha. Falta tudo: salas, carteiras, mesas, equipamentos, laboratórios de ciências, informática, internet, biblioteca, quadro negro, etc.

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v.              aparelhamento  de instituições escolares 
                     O modelo de funcionamento das instituições de ensino, órgãos, entidades, etc. administrados por dirigentes norteados por ideologias partidárias, camuflados ou não, ao invés de pessoal técnico, contribui para as dificuldades na qualidade!

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vi.             sindicatos 
                      Aparelhados ou não, apresentam tendência de centralização. É importante a dinamização, fiscalização e transparência!. O uso de votação de maioria, muitas vezes, não convence ninguém! Os diversos assuntos nacionais podem ser trabalhados pela descentralização. 
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vii.            autonomia do ensino  
                     Em que consiste exatamente a liberdade constitucional?    Qual é a política de governo para a criação de vagas docentes do ensino nos três níveis?  Qual é a natureza jurídica mais adequada das fundações nas Universidades federais e demais escolas?

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viii.           mesa de negociações 
                     As negociações entre a representação do professor e o patrão não deveriam se estabelecer em torno somente do salário.  Seriam também entabuladas sobre o orçamento das IFES, bem como, das escolas do ensino fundamental e médio.

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ix.             pesquisa e extensão

                     Qual é a política de incentivo a pesquisa e a extensão do governo para as IFES e demais instituições escolares? A representação docente deveria discutir o assunto? Sugerir modelo de aplicação? E quanto ao orçamento de OCC e da iniciação científica?

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x.              plano nacional de educação

                     Deve  resolver, em definitivo, a questão da educação que foi degenerada ao longo dos anos, evitando a exclusão e a favelização!  Porque não se discute essa situação elitista permanente, nos plenários governamentais de todo o país?

sábado, 12 de janeiro de 2013

VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR

i.        Por  mais que se pense a educação sempre existe algo ainda que possa ser trabalhado.  A educação não é um projeto pronto e acabado. Está em construção.  O esforço para atingir uma meta  tem como base a perseverança.
        
ii.       Valorização real e adequada do professor pode advir de recursos que seriam destinados a outras categorias que já percebem remunerações compensativas. Juízes, por exemplo, têm subsídios  para aquisição de livros. E o professor?
      
iii.      Deputados estaduais lutam por privilégios como o décimo quarto e o décimo quinto salários. Essa pequena parcela de pessoas não deveria aprovar os próprios salários. E o professor, é inferior e não terá  essas  gratificações?
     
iv.      Os juízes, além do salário elevado, possuem também o subsídio do auxílio moradia. E quanto à honrosa profissão de professor? Quais regalias? Porque esse  agente do ensino não é reconhecido?
     
v.       Os desembargadores uma vez  empossados, percebem cerca de 20% a mais em seus  vencimentos,  em decorrência do cargo. E  o professor  nos cargos de coordenador, diretor, etc.? Porque não existe a discussão  da valorização nos plenários dos governos?
        
vi.      Pilotos de avião em Portugal percebem mensalmente 8.600 euros. E o piso salarial do professor no Brasil? Devido as características da profissão, o professor  deve passar  por cursos de  aperfeiçoamentos e avaliações contínuas.
       
vii.     Porque a categoria não é valorizada como outras de nível superior? É plausível afirmar que se existem planos  governamentais,  de inovação e melhorias no país e o docente não está incluído, nada muda!
      
viii.    Sabe-se que a prefeitura de Paris possui 150 funcionários. Somente na prefeitura de Caldas Novas, existiram no ano de 2012, 1.100 funcionários comissionados. Porque não existe orçamento suficiente para distribuir ao pessoal qualificado como os docentes?
     
ix.      Preocupa-se muito com a crise econômica na Europa. E a crise cultural no país? Será reflexo da desvalorização do professor no âmbito da sociedade? Houve banalização da profissão? Houve evasão desenfreada de professores devido ao descaso?
     
x.       A população segue cega quanto ao assunto? Deve-se destinar a carreira do professor somente para os filhos dos  executivos da alta cúpula? Se houvesse  valorização adequada, as vagas de professores  seriam somente para os patinhos feios?

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A QUALIDADE NA EDUCAÇÃO

     i.        NÃO EXISTEM DÚVIDAS. Os  assuntos a serem abordados na educação devem envolver o povo, dificultando os erros de programas elaborados de cima para baixo.
ii.       NÃO EXISTEM DÚVIDAS. Há pouca sensibilização do cidadão sobre o assunto. Cabe ao governo não negar auxílio a quem se deve, para ingressar na escola pública de qualidade.
iii.      NÃO EXISTEM DÚVIDAS. A população deve se preocupar  com a educação. Ela é única nesse caso.  O País precisa de mais escolhas de projetos de vida.
iv.      NÂO EXISTEM DÚVIDAS.  Pergunte aos políticos como incluir  o cidadão na gestão pública. Será somente através dos Fóruns e  Conselhos municipais?
v.       NÃO EXISTEM DÚVIDAS. A democracia implica necessariamente na oferta  de educação igualitária para todos. Veja o blogue: http://walmirton.blogspot.com.br/  
vi.      NÃO EXISTEM DÚVIDAS. O agente mais importante no ensino é o professor. O melhor caminho é valorizá-lo com salário digno e atraí-lo para a honrosa profissão.
vii.     NÃO EXISTEM DÚVIDAS. Áreas importantes consideradas prioritárias como a educação, saúde e segurança, foram desleixadas pelos governos, ao longo do tempo.
viii.    NÃO EXISTEM DÚVIDAS. As perguntas para os políticos devem ser: qual a proposta para aumentar o atendimento à educação de qualidade nos três níveis?
ix.      NÂO EXISTEM DÚVIDAS. Há deficiência na formação dos educadores. Ocorre ausência de treinamento prático. Quem sabe ministrar aulas usando um tablet?
x.      NÃO EXISTEM DÚVIDAS. É importante a qualidade na educação. Deve-se aqui considerar a questão do ambiente, dos recursos materiais e humanos.
xi.      NÃO EXISTEM DÚVIDAS. São indispensáveis os investimentos permanentes com biblioteca, laboratórios de ciências e informática com acesso a internet.
xii.     NÃO EXISTEM DÚVIDAS. É preciso um ministro da marca  JOAQUIM BARBOSA, para de forma ilibada, com o governo em geral, conduzir o povo na solução da educação abandonada.


           

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

A RIQUEZA DO POVO É O PROJETO DE EDUCAÇÃO

         Auxílio paletó para deputados, auxílio moradia para juízes, aumento do número de vereadores, aumento salarial promovido pelos próprios interessados, décimo quarto e décimo quinto salários, confundir a “coisa”  pública com a privada, contratação de parentes, funcionários temporários e  de servidores afilhados políticos, concessão de radio e de televisão para uso  político e religioso, fraude em cartão de crédito corporativo, aparelhamento de instituições públicas pelo voto popular,  bolsa cultura e demais benefícios relacionados a interesses menores.                  
  Lembrar tudo isso, desperta para a importância de continuar vigilante e trabalhando para estancar  as investidas desse naipe.  Essa sanha  espertalhona  que denigre e corrompe. Dessa forma, cria-se mais  oportunidades de angariar recursos para o erário público, permitindo que  uma área prioritária,  a  educação, possa ser desenvolvida com qualidade. Torna-se um sinal de preparo e inteligência, indicar e votar, selecionando somente o dirigente, principalmente dos cargos públicos de chefia que possa apresentar, dentre outras características, a conduta ilibada. Infelizmente, o ato de se reunir, hoje em dia, apresenta o caráter de ser útil mesmo é para homologar o que já estava decidido.                                    
Porque o principal agente da educação situado entre os profissionais mais importantes da sociedade organizada, o professor, não possui privilégios? Porque nenhuma categoria profissional ou de políticos luta por eles? Porque o salário depreciativo? Riquezas são perdidas país afora porque o potencial infantil deixa de ser desenvolvido adequadamente por deficiência de educação e da falta de condições para a ação desse agente mais relevante   do ensino. Porque o professor não recebe o destaque que merece em termos de atrativos e de compensação?          
 Avaliações positivas sobre a melhoria da educação, considerando somente um aspecto ou outro, são feitas comumente por  partidários e simpatizantes  da situação governista e  sua base aliada.  Essas afirmações podem  mascarar  a real situação da elaboração e execução de projeto que  conduza ao caminho da escola suficiente e de qualidade. Faz-se uso político de assunto tão importante. Esse tema  não deveria sofrer influencia ideológica partidária. Já de muito tempo atrás, até os dias de hoje, se tenta solucionar  somente essa  ou aquela questão da educação, que os governantes  do momento,  escolhem através de suas preferências. 
              No entanto, os recursos  aplicados renderão o que se espera, se a educação for considerada não como esse ou aquele detalhe, mas sim como um todo. Se fosse tratada como suprapartidária! Se houvesse o cumprimento de um projeto que ultrapassa a barreira menor de um ou mais mandatos políticos. O governo termina, mas, o projeto de educação de qualidade deveria continuar sendo cumprido, independente das flutuações eleitorais.                                                                                                 
 Essa educação encontrará o caminho certo porque será  elaborada através de discussão mantida pela sociedade e aprovada após a discussão democrática no congresso. O projeto de educação de qualidade continuará dando certo porque não será um pacote construído, determinado e enviado de cima para baixo. Haverá sim uma comissão nacional de acompanhamento permanente desse projeto inédito de educação de qualidade, que não sofrerá as variações políticas sazonais. Será do interesse maior da nação, será sim, a riqueza do povo!